Brasil é líder em tributação de medicamentos

    Maior alíquota de 28%

     

    Uma pesquisa realizada pelo pesquisador Nick Bosanquet, professor de políticas de saúde do Imperial College, em Londres, revela que entre 38 países, o Brasil é o líder em tributação de medicamentos. O produto nacional tem a maior alíquota, de 28%.
    A somatória das alíquotas de impostos federais e estaduais incidentes sobre o produto, de 28%, é três vezes maior que a média obtida entre os países do estudo. Alguns, como Canadá, México e Reino Unido, têm alíquota zero sobre os remédios.
    O nível recorde de tributação tem impacto direto no bolso dos consumidores. No mercado brasileiro, os gastos com remédios não são reembolsados pelo Estado ou pelos planos de saúde. No mercado farmacêutico brasileiro, cujo faturamento somou R$ 42,8 bilhões em 2011, segundo dados do instituto IMS Health, 71,4% do desembolso é realizado diretamente pela população.
    “O consumidor tira do próprio bolso para financiar seu tratamento e ainda paga o maior tributo do mundo”, diz Antonio Brito, presidente da Interfarma.”

    Uma pesquisa realizada pelo pesquisador Nick Bosanquet, professor de políticas de saúde do Imperial College, em Londres, revela que entre 38 países, o Brasil é o líder em tributação de medicamentos. O produto nacional tem a maior alíquota, de 28%.

    A somatória das alíquotas de impostos federais e estaduais incidentes sobre o produto, de 28%, é três vezes maior que a média obtida entre os países do estudo. Alguns, como Canadá, México e Reino Unido, têm alíquota zero sobre os remédios.

    O nível recorde de tributação tem impacto direto no bolso dos consumidores. No mercado brasileiro, os gastos com remédios não são reembolsados pelo Estado ou pelos planos de saúde. No mercado farmacêutico brasileiro, cujo faturamento somou R$ 42,8 bilhões em 2011, segundo dados do instituto IMS Health, 71,4% do desembolso é realizado diretamente pela população.

    “O consumidor tira do próprio bolso para financiar seu tratamento e ainda paga o maior tributo do mundo”, diz Antonio Brito, presidente da Interfarma.”

     

    Fonte: Folha de S. Paulo

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